METODOLOGIA:
Pretende-se analisar as actividades desenvolvidas
nos diferentes anos de existência da Associação
Onda Verde, comparando as diferentes actividades propostas.
CORPOS GERENTES DA ONDA VERDE -
ASSOCIAÇÃO JUVENIL DE
AMBIENTE E AVENTURA 2001 DIRECÇÃO
PRESIDENTE- Serafim Silva
VICE-PRESIDENTE- Dr. Ilídio Oliveira
Dr. António Neto
TESOUREIRA- Fernanda Prazeres
VOGAL- Dra. Elisa Rodrigues
Débora Prazeres
Juliano Ferreira
Ana Laúndes
Dra. Margarida Rodrigues
ASSEMBLEIA GERAL
PRESIDENTE- Dra. Isabel Fernandes
SECRETÁRIO- Mª Rosário Lopes
SECRETÁRIO- Dr. Daniel Pires
CONSELHO FISCAL
PRESIDENTE- Marco Aurélio Silva
VOGAL- Sílvia Magalhães
VOGAL- Mª Adelaide Antunes
ONDA VERDE
É uma Associação Juvenil
de Ambiente e Aventura, que despertou para a “vida”
em Fevereiro de 1996 pela mão de onze fundadores com
larga experiência no movimento associativo ambiental,
dos quais dez deles eram ex-dirigentes da Quercus. Sendo assim
uma associação, muito os orgulha o facto de contarem
com mais de 470 sócios, dos quais 85% são jovens,(por
este facto considera-se uma ONGA de âmbito regional, de
acordo com o artigo 7º nº3 b) da Lei nº 35/98,
de 18 de Julho, que estabelece o regime das Organizações
Não Governamentais de Ambiente ).
A nível Nacional, a Onda Verde está na vice-presidência
da Confederação Portuguesa da Defesa de Ambiente,
que é o primeiro organismo que congrega 95% das associações
portuguesas.
É de salientar que as actividades exercidas por esta
associação não se limitam apenas a estes
sócios, mas à população em geral,
daí os trabalhos frequentes com grupos de escolas e outros
com predominância para a Formação Ambiental.
A associação serve uma causa justa e de crescente
relevo: a conservação dos recursos naturais pelos
futuros “reis” e “senhores” deste nosso
pedacinho de terra, os jovens. Assim, têm como principal
preocupação, a realização de actividades
desportivas que despertem a atenção viciante daqueles
que dão o ar fresco a esta associação.
Considerando a adolescência uma tremenda vertigem de saber
e sabores, servem em jeito de prato principal os mais variados
desportos de aventura.
Participar nos programas da Onda Verde, é visitar locais
inacessíveis e belos, só possível a pé,
de canoa ou de viatura todo-o-terreno. Os passeios pedestres,
as expedições de canoagem, a actividade desportiva,
são acessíveis a todos, desde o desportista em
grande forma ao indivíduo mais sedentário. O desejo
de evasão, de aventura, de quebrar o ciclo urbano e cosmopolita,
de mudar radicalmente os hábitos quotidianos de vida,
encontra nos programas a resposta e proporciona-lhe a transformação
em realidade da aventura que sonhou.
COMO FOI POSSÍVEL A EVOLUÇÃO
DA ONDA VERDE?
Para que se pudesse dar fim às iniciativas
propostas, foi preciso conseguir o apoio de algumas entidades
com maior experiência no sector ambiental.
Para tal, a Onda Verde viu-se congratulada pelo
apoio das organizações mais prestigiadas no nosso
país, e contou também com a ajuda das entidades
locais.
Por mais boa vontade que exista por parte das pessoas em conseguir
levar por diante um sonho, este só é possível
quando existirem verbas suficientes para concretizá-lo.
E a Onda Verde tem conseguido dar respostas favoráveis
ao longo destes anos.
NÚMERO DE ASSOCIADOS
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ANO |
ASSOCIADOS |
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1996 |
88 |
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1997 |
168 |
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1998 |
221 |
|
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1999 |
414 |
|
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2000 |
468 |
|
O número de sócios tem vindo
a aumentar significativamente. Em cinco anos o número
cresceu em mais de 400 sócios. Actualmente, em 2001,
o número já ultrapassa os 470 sócios.
CONCLUSÃO:
Ao longo destes 5 anos de existência, tem-se
vindo a desenvolver várias actividades continuamente,
outras por sua vez foram aparecendo, e outras foram extinguindo,
ou pela falta de aderência por parte dos jovens, ou porque
as experiências anteriores não obtiveram o sucesso
pretendido e sentiu-se, então, uma necessidade de mudança.
No início deste projecto foram poucas as actividades
desenvolvidas, mas que apesar disso teve uma aderência
bastante grande por parte dos jovens. A questão financeira
nunca foi posta de lado, pois a Associação via-se
um pouco limitada em desenvolver os projectos em mente, precisamente
porque o factor económico tinha, e continua a ter grande
peso nas decisões tomadas.
Actualmente o Presidente da Associação é
um membro que no início deste projecto apenas era encarado
como Vogal do Conselho Fiscal. Pelas suas capacidades e interesses
diversos, Serafim Silva tem vindo a ocupar um lugar de especial
relevo e respeito perante os associados e por todas aquelas
entidades e associações que colaboram em projectos
de Defesa do Ambiente.
A Onda Verde tem vindo a crescer gradualmente.
Esta Associação não pretende crescer muito
mais do que é hoje, pois podia cair no erro de “quem
muito quer, nada tem”, ou seja, pode correr o risco de
crescer desmorenadamente em áreas de actuação
e organizações diferentes e isto poderia levar
a que assentasse em alicerces muito fracos, o que faz com que
não possa corresponder às expectativas que se
quereria.
Se no início, a Associação contava com
88 sócios, hoje pode-se dizer que o nº foi largamente
ultrapassado, chegando a atingir mais de 470 sócios,
sendo assim considerada uma Associação de âmbito
Regional - de acordo com a Lei nº 35/98 de 18 de Julho,
artigo 7º nº3 b), (que apesar de tudo tem já
crédito a nível internacional - a título
de exemplo pode referir-se o Projecto Coastwatch).
A nível Nacional, a Onda Verde está na vice-presidência
da Confederação Portuguesa da Defesa de Ambiente,
que é o 1º organismo que congrega 95% das associações
portuguesas, e como tal, desenvolve actividades no sentido de
dar voz às pequenas associações do país.
No meio de todas as actividades descritas anteriormente é
de salientar a contribuição que esta Associação
tem para com as escolas, fazendo levar até elas monitores
que transmitem os problemas que nos cercam, e que por mais pequeno
que seja o gesto de cada um, é sempre melhor do que não
fazer nada.
Por tudo isto, acreditamos que a Onda Verde reúne todas
as condições para continuar um bom trabalho, sempre
contando, é claro, com apoios posteriores, mas que já
conseguiu ter o seu próprio “espaço”,
quer a nível local, como regional, e está a ter
uma boa integração a nível internacional,
pois são já muitos os intercâmbios realizados
com outras Associações de outros países,
onde a Onde Verde faz questão de marcar presença.
Tendo sempre presente em mente o conceito de “Pensar globalmente,
agir localmente”, contribuem assim para um melhor Ambiente.
Pode-se distinguir dois sectores com componentes diferentes,
a componente Ambiental (é a que tem mais força),
e a componente da juventude com envolvimento de associações
juvenis.
Eu, Mª Adelaide, como actual membro da direcção
desta Associação, tenho a dizer que estou orgulhosa
por ter aceite o desafio de continuar com este sonho que conta
agora com o 6º ano de existência.
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